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domingo, 17 de novembro de 2013

Transgênicos


O que são Transgênicos?

         Os transgênicos resultam de experimentos da engenharia genética nos quais o material genético é movido de um organismo a outro, visando a obtenção de características específicas.
Em programas tradicionais de cruzamentos, espécies diferentes não se cruzam entre si. Com essas técnicas transgênicas, materiais gênicos de espécies divergentes podem ser incorporados por uma outra espécie de modo eficaz. O organismo transgênico apresenta características impossíveis de serem obtidas por técnicas de cruzamento tradicionais. 


Transgênicos e o Meio Ambiente
      Os impactos que podem vir a ocorrer com a liberação de organismos transgênicos no meio ambiente são inúmeros, devido à diversidade e peculiaridade de cada ecossistema; podemos citar alguns:
Existe um enorme perigo que as plantas transgênicas cruzem com suas primas selvagens e, por possuírem dentro de si genes de outros organismos que lhes confere maior resistência, eliminem por competição (processo de seleção natural), outras plantas, acarretando assim numa perda de biodiversidade.
Isto é extremamente factível de ocorrer nos chamados “centros de origem”, ou seja, nos locais em que as plantas se originaram. Um bom exemplo é o que pode ocorrer com o milho oriundo da América Central, onde há pelo menos 300 espécies diferentes, que poderiam ser extintas em virtude desta “poluição genética”.
Os transgênicos podem afetar os ecossistemas na medida que, junto com as pragas e ervas daninhas que buscam eliminar, também prejudicam populações benéficas à agricultura, como abelhas, pássaros, minhocas e outros animais ou espécies de plantas. Entomologistas (estudiosos de insetos) da Universidade de Cornell, EUA, mostraram que o pólen de milho transgênico mata as famosas borboletas monarca, que não prejudicam tais plantações. “Este resultado têm potencialmente implicações profundas para a conservação desta espécie” escreve Linda Raylor, coordenadora do estudo. O Greenpeace e etmologistas da Universidade de Exeter também fizeram um levantamento de outras dezenas de espécies de borboletas e besouros que podem se expor aos efeitos tóxicos do milho Bt desenvolvido por todas as multinacionais do ramo.
Uma outra consequência negativa possível é que o uso intensivo de antibióticos e pesticidas, resultante desta tecnologia, torne as pragas, bactérias e vírus mais resistentes a essas substâncias. Uma vez estes organismos resistentes introduzidos no meio ambiente, seus danos são irreversíveis porque será impossível controla-los ou remove-los.



Por: Cyntia Alves

NÃO ABANDONE O SEU MELHOR AMIGO


Todos os dias, em todos os lugares, vemos animais abandonados... o que pra nós já se tornou algo comum, algumas pessoas param e brincam, outras dão um pedacinho de algo que estão comendo, mas poucos  tomam uma atitude para ajudar.
                Desde 1894, a UIPA (união internacional protetora dos animais) vem ajudando pobres animais que são abandonados  pelas famílias ou que até mesmo nunca tiveram uma. O trabalho da união não tem fins lucrativos e não é governamental, é basicamente uma ação solidária para salvar animais que não tem condições de ficar sozinhos.
                A UIPA de Itapetininga conta com uma colaboração mensal da prefeitura,  que não tem sido suficiente, pois hoje estão abrigados 182 animais, o que é uma super lotação. A ONG está necessitada da ajuda de voluntários para limpar o local, passear com os animais e para a fiscalização de denuncias.  Também necessitam de doadores de materiais de construção,  alimentos para animais, medicamentos veterinários, materiais de limpeza, etc.
                Assim como plantar árvores e reciclar lixo são atitudes que salvam o meio ambiente, ajudar animais que precisam de nós também é, pois mante-los na rua só vai piorar cada vez mais a situação, sem contar que eles podem adquirir doenças e passar para nós. Por isso, pense bem antes de passar reto quando ver algum cachorro, gato ou qualquer outro animal precisando de você, acione a UIPA, ajude, seja voluntário.
Endereço: Uipa-itapetininga
Rua Monsenhor Soares S/N – Mercado Municipal
18200-000 Itapetininga
Telefone: (15) 3275 3423
E-mail: contato@uipaitapetininga.org


Leia mais em:
 http://www.uipaitapetininga.org

                                                                                                                   Por: Pietra Brandi

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Conscientização Ambiental

O ambiente é o nosso foco. Uma porta para quem quer denunciar e sugerir assuntos, reportagens e discussões sobre o tema. Nos posts, novidades na área, boas histórias e iniciativas de quem se preocupa com a causa e problemas da cidade, chamando a atenção da população para as questões ambientais. Aqui vou falar sobre a conscientização ambiental. Fala-se tanto em Meio Ambiente e em preservação dos recursos naturais nos dias de hoje que a questão chega até a ser banalizada. Entretanto, será que mesmo sabendo de causas de nossos problemas ambientais, as pessoas contribuem de forma efetiva para conservação dos recursos naturais? Mais do que isso: será que procuramos nos informar devidamente sobre tal assunto? Digo, das consequências da inação ou da ação nociva ao meio que nos circunda? Com intuito de contribuir à essa discussão, gostaria de tomar um pouco de seu tempo para listar algumas curiosidades um tanto impactantes sobre a situação em que nosso planeta se encontra e sobre impactos ambientais diversos advindos da ação antrópica. Você sabia que… - nas últimas três décadas foram consumidos 33% dos recursos naturais de todo o planeta? - uma tonelada de papel reciclado poupa cerca de 22 árvores, economiza 71% de energia elétrica e polui o ar 74% menos do que se fosse produzido de novo? - os Estados Unidos, com cerca de 5% da população mundial, consomem 30% dos recursos mundiais? - 75% das zonas de pesca do planeta estão sendo exploradas ao máximo, ou além da sua capacidade? - é preciso cortar uma árvore de 15 a 20 anos de idade para produzir apenas 700 sacos de papel? - 80% da cobertura vegetal original das florestas do planeta desapareceram? - a natureza leva de 2 a 6 semanas para decompor um jornal, 1 a 4 semanas para as embalagens de papel, 3 meses para as cascas de frutas, 3 meses para os guardanapos de papel, 2 anos para as bitucas de cigarros, 2 anos para os fósforos, 5 anos para as pastilhas elásticas, 30 a 40 anos para o nylon, 200 a 450 anos para os sacos e copos de plástico, 100 a 500 anos para as pilhas, 100 a 500 anos para as latas de alumínio e um milhão de anos para o vidro? E então, você já sabia de algumas dessas informações? E seus amigos, estão por dentro de tais dados? Se quiser saber mais, fique por dentro! Por: Bianca Diniz

sábado, 9 de novembro de 2013

Alimentos saudáveis em ambiente urbano: Iniciativas na Inglaterra, Alemanha e Brasil.

Alimentos saudáveis em ambiente urbano: Iniciativas na Inglaterra, Alemanha e Brasil.

Feito por: Ana Serafim.

Há seis anos, os moradores de uma cidade do norte da Inglaterra, Todmorden, criaram o programa Incredible Edible (Incrivelmente comestível), que garante à população alimentos de graça e, além disso, une os moradores, pois o programa é uma horta urbana.
Começou com alguns moradores plantando em frente a suas casas e depois expandiu para espaços públicos. Hoje, qualquer pessoa pode pegar os alimentos, entre eles: cenoura, cebola, flores comestíveis e rúcula. As hortas são mantidas por aproximadamente 300 voluntários que ajudam no 1º e 3º domingo de cada mês, se comprometendo a não faltar.
Os visitantes pagam para conhecer os locais plantados, o dinheiro é destinado a escolas e aos produtos na manutenção das hortas. Mudaram-se os hábitos, os moradores começaram a se preocupar com a origem dos alimentos, melhorando a produção local. De acordo com pesquisas, metade dos comerciantes da cidade aumentaram suas vendas desde a criação do projeto. O Incredible Edible foi adotado em outras cidades da Inglaterra e em outros países.
“Encontre um lugar sujo, horrível e triste na sua cidade e faça com que fique bonito, porque os humanos amam beleza”, dica para replicar o projeto segundo Mary, uma das iniciantes e organizadoras do projeto.
Há também outro projeto na cidade de Todmorden, que visa fornecer conhecimento para incentivar os jovens a criar novos pequenos negócios na agricultura, de modo sustentável.
Na fazenda que ensina os jovens não há energia elétrica, o sistema de irrigação é através de uma bomba de barco, reaproveitando água da chuva. A venda é local, ajudando a divulgar o projeto e incentivando o consumo de alimentos orgânicos.

Em Berlim (Alemanha) há o Jardim das princesas, um espaço público para plantar e experimentar produtos orgânicos. Começou com um terreno baldio e depois de uma movimentação pública alguns voluntários começaram a plantar e cuidar, transformando em uma horta comunitária a fim de ter controle do que se planta e como se planta. Entre os produtos estão alecrim, milho, repolho e cenoura que são plantados pelos visitantes e os mesmos podem se alimentar com os produtos.
Os visitantes buscam conhecer pessoas, ter contato com a natureza e compartilhar ideias. Uma frequentadora grega acredita que participar da horta comunitária é um ato político, para mostrar que há alternativas de ocupar espaços vazios nas cidades. A Alemanha é a maior consumidora de produtos orgânicos da União Europeia.

O Brasil é conhecido pela agricultura de exportação porém, os produtos consumidos nas residências vêm principalmente da agricultura familiar.
No Rio de Janeiro há famílias que praticam agricultura no espaço urbano. Segundo o IBGE na região metropolitana do Rio de Janeiro há 19 municípios, entre eles 12 milhões de pessoas, sendo que há 04 mil famílias de agricultores dentro do espaço urbano. Poucos buscam reconhecimento do PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) que permite o mercado direto. Algumas escolas compram esses produtos para incentivar aos alunos uma economia local e orgânica.


Dicas de como plantar em pouco espaço:


Confira algumas plantas com raízes curtas, ideais para vasos:

- cebolinha
- salsa
- coentro
- alface
- pimentão
- tomate-cereja
- morango
- couve-folha
- rúcula
- alecrim
- sálvia
- orégano
- manjericão
- calêndula


Horta no apartamento
* Passo-a-passo de como se constrói um vaso do Marcelo Noronha, agrônomo orgânico:
- Importante ter no mínimo 4 a 5 horas de sol por dia.
- Pode plantar: orégano, manjerona, salsinha, cebolinha, cebolete.
- Precisam de mais profundidade: manjericão, alecrim.
- O cultivo no chão é melhor que o cultivo nos vasos, porque o vaso muitas vezes só tem um furo e isso trava a drenagem, causando problemas de fungos.
- Dica da cultura popular: colocar uma telha côncava dentro do vaso para fazer uma casinha e não entupir com argila expandida que é a primeira camada que a gente usa. Pode usar pedrinha também, mas a dica é usar a argila que, além de mais leve, drena melhor a água.
- A manta de bidim ou a areia de construção vem em seguida e elas impedem que a terra desça e saia pelo buraquinho.
- Em seguida, vem a primeira camada de terra adubada.
- Depois, a dica é misturar um pouquinho de areia ou substrato, que é uma terra solta que ajuda a penetração da água.
- Por fim, é só acomodar a muda e colocar uma complemento de terra pra deixar mais certinho
- Marcelo dá mais uma dica de mestre: não deixar a terra em contato com chuva e sol. O melhor é fazer uma camada bem fininha da “cobertura morta”, que pode ser de casca de pinus ou pedrinhas.
- Mas os cuidados não param por aí. Depois de 30 dias, a dica é fazer uma adubação de cobertura, colocando uma mão pequena de terra no entorno da mudinha.
- Jardineiras como salsinha, cebolinha, coentro, tomilho, orégano não precisam de profundidade, então pode-se colocar duas espécies por jardineira. Salsinha e cebolinha combinam bem. Salsinha com coentro, tomilho com manjerona e tomilho com orégano.Atenção: hortelã deve ser plantada sempre sozinha, porque a raiz é muito agressiva, domina o espaço e abafa a outra.
- Prefere o horário da manhã para regar. Pode também regar no fim do dia. Dias muito quentes, deve-se regar duas vezes. Dias muito frios, às vezes só duas ou três vezes por semana. Varia muito.

* Plantas folhosas como couve, alface e rúcula conseguem se desenvolver com facilidade.
* Os tubérculos não são recomendados por causa da limitação na profundidade dos canteiros.
* Entre uma planta e outra é preciso deixar 15 cm.

* A rega deve ser diária, e a adubação, a cada um ou dois meses, com fertilizantes naturais ou húmus de minhoca. No tratamento de pragas, também use apenas inseticidas naturais.